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Carlos F.J. Livino de Carvalho

LANÇAMENTO DIA 21 DE SETEMBRO 07, no estande 225 APPERJ/OFICINA Editores, Rua "L", Pavilhão Azul, Riocentro, às 13:10h, durante a XIII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, Rio/RJ.

Carlos F. J. (Francisco José) Livino de Carvalho.

Nascido em 24 de abril de 1938, em Niterói, Estado do Rio de Janeiro, filho de Fernando Livino de Carvalho e de Emília de Lamêgo Livino de Carvalho, é Engenheiro Eletricista pela Escola de Engenharia da Universidade Federal de Pernambuco. Como estudante, foi bolsista do Conselho Nacional de Pesquisas CNPq, representante eleito e reeleito de turma no Diretório Acadêmico de Engenharia de Pernambuco, fundador e primeiro Diretor do seu Jornal Acadêmico “ALICERCE” com diversos artigos, poemas e reportagens de sua autoria nele publicados. Foi estudante estagiário em onze empresas ligadas à sua profissão. Como Engenheiro, foi Assessor Técnico do Instituto de Pesquisas da Marinha; Assessor do Governo do Estado do Rio Grande do Norte; Fundador e primeiro Diretor Técnico e Presidente da Companhia Energética do Rio Grande do Norte - COSERN, no período em que foram ligadas as primeiras cidades do Estado, inclusive Natal, com a energia elétrica de Paulo Afonso; Presidente da Companhia Energética do Piauí – CEPISA no período em que foram ligadas as primeiras cidades do Estado, inclusive Teresina, com a energia de Paulo Afonso; Diretor das Centrais Elétricas Fluminenses – CELF, como representante da ELETROBRÁS, empresa esta da qual foi depois Assessor de Diretoria por dezessete anos até se aposentar.Exerceu várias funções e representações no Brasil e no exterior em nome daquela estatal federal e Holding do Setor Elétrico Brasileiro. É autor de diversos relatórios e trabalhos técnicos e administrativos, alguns defendidos em Congressos e Seminários realizados dentro e fora do País. Fez vários cursos de especialização e aperfeiçoamento, inclusive Doutorado na Escola Superior de Guerra. Realizou palestras em diversas instituições no Brasil e no exterior sobre assuntos técnicos a administrativos de sua especialidade. Tem diversos artigos e trabalhos publicados inclusive na Revista Brasileira de Energia Elétrica, em anais de Conclaves e Cursos e mais recentemente no livro “Mário Bhering – Memórias do Setor Elétrico Brasileiro” e no Jornal Folha Dirigida, do Rio de Janeiro.

AOS FILHOS

(É famoso o belo poema “Aos Pais” de Kahlil Gibran. Mas, em sua opinião, quem o lê mais? Os pais ou os filhos? Na segunda hipótese, que efeitos terá sobre eles, os filhos? Não creio que sejam bons, pois certamente o poema será tido como fundamento para crítica, ressentimento e acirramento dos conflitos acaso existentes entre esses filhos e seus pais, como já pude testemunhar. Por isso decidi escrever, a título de glosa, um poema dirigido aos filhos, usando como mote o “Aos Pais” de Gibran):

Glosa ao verso 1: Vossos pais serão sempre e terão sempre sido vossos pais.
Glosa ao verso 2: Em vossas vidas, mais distantes no porvir, tudo neles poderá ser aperfeiçoado através de vós.
Glosa ao verso 3: Mesmo depois de terem vivido, eles viverão em vós, em vossa atitude, inclusive para com eles.
Glosa ao verso 4: Com vosso amor, compreendereis seus pensamentos e vos fareis tolerantes e respeitosos ao tratar com eles.
Glosa ao verso 5: Porque isso é possível, sem renunciar a vossos próprios pensamentos.
Glosa ao verso 6: Recebereis com carinho o abrigo que eles vos souberem ou puderem dar e com o melhor de vossos corações e de vossas consciências, dar-lhes-eis também abrigo na velhice.
Glosa ao verso 7: Com vossas almas, servireis de farol para que eles sonhem e vejam o amanhã, esse amanhã que vivereis sós, mas com a lembrança confortadora de vossos pais.
Glosa ao verso 8: E o vosso amor por eles fará com que sejais como eles, mesmo sem o perceberdes.
Glosa ao verso 9: Mesmo sendo sempre vós mesmos e vivendo novos tempos.
Glosa ao verso10: Sois como o caudal que deixa os arroios - vossos pais - para trás, mas que é feito deles. E o caudal é os arroios, apenas maior, mais forte, adiante deles.
Glosa ao verso 11: A natureza vos fez, de vossos pais, a parte que continua.
Glosa ao verso 12: Que essa condição maravilhosa vos impila para frente,
Glosa ao verso 13: Para que sejais em breve e, também com amor, continuados por vossos próprios filhos.

Mais informações pelo e-mail: oficinaeditores@oficinaeditores.com.br

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