AOS PÉS DA MONTANHA - poesia - 110 páginas


Márcia Leite

 

LANÇAMENTO DIA 15 DE SETEMBRO 09, no estande 10 - OFICINA Editores, Rua "Q", Pavilhão Verde, Riocentro, das 20:10 às 21:50h, durante a XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, Rio/RJ.

-- Réquiem?
“Há um funeral dentro de mim /e um eco de surdo que anuncia enterro.”

-- Hino ao amor?
“As mãos do meu amor/ são grandes, fortes/ brilham noites sobre meus olhos/ (hipnotizados).”

-- Sofisticada poeta?
“and the beat goes on (as beasts)/ dentro de carcaças vazias / somos fantasmas pós-punk hardcore.”

Para encontrar respostas, andei por poemas trigais, poemas-girassóis-em-fogo, Gardel num poema-tango em delírios de salão.
“[...] sem expectativas de grandes prazeres / de repente tropecei num tango / desafinei todo o final de tarde / e fiquei assim desse jeito esquisito / [...] só querendo tango na vida.”

Esbarrei, nas esquinas de Amsterdam, em poemas sensuais.
“[...] menina passeando o corpo dentro do casaco fúcsia/ pescoço branco refletindo o rosa forte.”

E deparei-me com um poema-em-dor ao Rio de Janeiro.
“Ave Matrix indecifrável / [...] abra teu útero infinito / guarde-nos do fogo cruzado / salve nossas cabeças/
– ainda não deliramos tudo.”

Noite Estrelada – é a Impressão que resta no ar ao virar a última página deste livro.
Porque se, nos seus versos, “noites estreladas não confortaram Vincent” – este é o destino da relação obra-criador –, miríades de estrelas brilham na noite solar de seus poemas, que já não serão seus, na verdade, mas de todos os leitores então por eles iluminados, vangoghiana Poeta Márcia Leite.

Lúcia Nobre, escritora/poeta, militante da literatura erótica, é intitulada de Libertina Libertária, Beat Pós-Moderna e Bukowiski de Saias.

Fantasmas
Márcia Leite

os corredores da casa murmuram palavras
- são os fantasmas que me acompanham
nessa passagem sobre o chão da modernidade
guardo léguas de manuscritos na memória
a esperança queimada é cruz que carrego noite e dia

caminho entre dogmas e decretos
cega - vez ou outra –
tateio os rodapés que crescem para me guiar

nas paredes do quarto dormem todas as orações que já rezei
enquanto a velha sensação de não pertencer me atormenta
entendo que a solidão é apenas um dos muitos fados
que me condenou à poesia.

Mais informações pelo e-mail: oficinaeditores@oficinaeditores.com.br

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